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Tipos De Empreendedorismo por Gestão de Conflitos

Empreendedorismo Star Up

O empreendedor Star Up não é necessariamente alguém que investe o capital inicial ou inventa um novo produto, mas sim a pessoa com a idéia do negócio. Idéias são engenhosas, mas nas mãos de pessoas empreendedoras, se tornam poderosas e lucrativas. Para Schumpeter, “novas combinações”, inclusive “fazer coisas novas ou coisas que já são feitas de uma maneira diferente” são vitais.

O empreendedor é um indivíduo com um profundo senso de missão a cumprir. Definindo esta missão através de quais produtos fornecerá e para quais mercados. Ele trata seus funcionários como colaboradores e consegue transmitir o senso de missão conquistando a dedicação de cada um para obtenção de resultados. Os fundamentos da empresa empreendedora são coisas simples, práticas, implantadas com obsessão.

Empreendedorismo corporativo

O termo empreendedor é aqui utilizado não no sentido de quem abre empresas, mas no sentido de quem imagina, desenvolve e realiza visões dentro de organizações.

O intraempreendedor atua dentro de uma empresa. Ele não é o proprietário das máquinas e dos equipamentos, do capital – o que não significa que ele não possa, dentro daquela organização, desenvolver um projeto ou um produto. As qualidades e características do empreendedor e do intraempreendedor vão ser as mesmas: auto-estima, capacidade de argumentação, capacidade de decidir por conta própria, capacidade para correr riscos. O mais importante no intraempreendedorismo é identificar e desenvolver as características empreendedoras das pessoas.

Para ser um funcionário empreendedor não basta ter apenas idéias, é necessário que estas idéias sejam desenvolvidas e implantadas. Essas visões são as idéias de inovação, de criação de novos produtos ou serviços que os funcionários possuem.

Os intraempreendedores, assim como os empreendedores, segundo Pinchot (1989, p. 26), “não são necessariamente inventores de novos produtos ou serviços. Sua contribuição está em tomar novas idéias ou mesmo protótipos e transformá-los em realidades lucrativas.”

Empreendedorismo Social

O empreendedorismo de caráter social tem como finalidade a gestão de um empreendimento coletivo, que promova o desenvolvimento sócio-econômico de uma região. Trata-se da inclusão de pessoas sem renda ao processo criativo e produtivo. É um compromisso político que pode gerar grandes transformações sociais com a utilização de poucos recursos financeiros, com base na ação solidária de membros de uma comunidade.

Muitas organizações não governamentais desenvolvem este tipo de trabalho no Brasil. São entidades empreendedoras na medida em que inovam nos métodos e nas soluções e geram resultados de baixo custo e de grande alcance social. Existem também empreendedores sociais, que atuam na formação, especialmente no treinamento e qualificação pessoal, através da criação de pequenas entidades locais de interesse público e sem fins lucrativos. Algumas ações governamentais também podem promover o empreendedorismo social, engajando pessoas que tenham sensibilidade para o problema.

O empreendedorismo social promove a sensibilização de pessoas essenciais ao processo de mudança. São líderes comunitários que atuam como agentes multiplicadores do entusiasmo empreendedor. Na maioria das vezes, são voluntários que encontraram motivos para inovar o modo de vida. São sonhadores que desejam uma vida melhor. São incansáveis realizadores da causa coletiva, que buscam o reconhecimento e o valor de suas ações.

Para os empreendedores sociais, a missão social é central e explícita. E obviamente isso afeta a maneira como os empreendedores sociais percebem e avaliam as oportunidades. A criação central torna-se o impacto relativo à missão e não o a riqueza. Para os empreendedores sociais a riqueza é apenas um meio para um determinado fim. Já para os empreendedores de negócio, a geração de riquezas é uma maneira de mensurar a geração de valor. Isso ocorre porque os empreendedores de negócio estão sujeitos à disciplina do mercado, o qual na maioria das vezes é quem determina se eles estão mesmo gerando valor. Se eles não alternarem seus recursos para serem usados de forma mais economicamente produtiva, eles tenderão a serem postos de fora do mercado.

Fonte: Artigonal – Claudia Maria Bonifacio | www.artigonal.com

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